Laroyê! Saudamos a luta, a resistência e a fé que pulsam em nossa terra.
O Laroyê! Festival nasceu da urgência de ocupar o espaço e dar voz às histórias que foram silenciadas. Somos uma encruzilhada de arte e ativismo, um ponto de encontro onde o cinema se torna uma poderosa ferramenta contra a intolerância religiosa e o apagamento cultural. Acreditamos que, ao projetar as narrativas dos povos de terreiro, das culturas negras e indígenas, construímos pontes de conhecimento e respeito.
Este é um manifesto pela representatividade autêntica. Nosso festival celebra abertamente as culturas que, por tanto tempo, foram vistas apenas à margem, e promove o debate sobre a diversidade e a dignidade de todas as formas de fé.
Somos também um movimento por oportunidades e comunidade. O Laroyê! é feito por e para a nossa gente. No Teatro Verdi, transformamos a celebração em uma força motriz de economia criativa, gerando renda, profissionalização e oportunidades para produtores locais, artesãos e entidades da cidade.
Em honra à história e em prol de um futuro mais justo, nos unimos no cruzamento do cinema e da cultura. Convidamos você a se juntar a nós nesta celebração de fé, arte e ancestralidade.
Laroyê! Que a luta por respeito e dignidade nos unam.
Matheus Fernando Rodrigues é fundador da Angola Produções Artísticas, formado em Produção Audiovisual e estudante de Ciências Sociais na USP. Atua na pesquisa e produção cultural com foco em religiões de matriz africana e cultura negra. Foi educador no Museu Fama e hoje trabalha com projetos em leis de incentivo.
Giovanna Pizzini é produtora cultural, artista visual e diretora de produção, graduada em Cinema e Audiovisual. Cofundadora da Angola Produções Artísticas, unindo gestão, acessibilidade e valorização de histórias afro-diaspóricas. Como artista multidisciplinar, pesquisa bioarte em diálogo com ciência, tecnologia e comunidades, já tendo exposto em instituições como Centro Cultural UFMG, Museu da República e Centro Cultural Correios RJ.
Bianca Rodrigues é escritora criativa que transforma a existência em poesia, abordando amor, solidão, morte e ressignificação. Atua como criadora de conteúdo, coordenadora de criação, designer gráfico e produtora cultural na Angola Produções Artísticas. Participa de projetos culturais e escreve sobre Psicologia de forma acessível nas redes sociais. Sua experiência em livrarias e vivências culturais enriqueceram seu percurso na escrita.
Uma profissional multifacetada com mais de 10 anos de experiência nas artes cênicas, atuando como atriz, apresentadora, locutora e instrutora de teatro. Flávia Fernandes, especialista em educação inclusiva com foco em arte, também se dedica à criação cultural e à criação de materiais acessíveis, como audiodescrição, libras e legendagem. Por meio de uma abordagem pedagógica que combina instrução regular e prática teatral, integra grupos artísticos e desenvolve iniciativas que visam a inclusão e a acessibilidade cultural.
Formada em Comunicação Social – Propaganda e Marketing pela Universidade Paulista, atua há 7 anos na área. Sua experiência inclui endomarketing e e-commerce, estratégias digitais, gestão de redes sociais e criação de conteúdo. Também trabalhou com assessoria de imprensa, pesquisas de satisfação e gerenciamento de crises em canais digitais.
Yumi é graduada em Cinema e Audiovisual, pelo CEUNSP, e atua nas áreas de roteiro, direção e produção, tendo projetos aprovados em leis de incentivo, como PNAB e LPG. Possui experiência com curta-metragens, videoclipes, campanhas publicitárias e festivais de cinema.
Intérprete e instrutora de libras desde 2010, atuando em contextos religiosos, culturais, educacionais, corporativos e afins. Além da área de docência, ou seja ensino da libras para ouvintes, também atuo como educadora de surdos.
Idealizadora da Mostra Laroyê, é produtora cultural e cineasta com experiência em curtas-metragens e eventos de Hip-Hop. Atua em projetos contemplados por PROAC e Lei Aldir Blanc, articulando cultura periférica e políticas públicas com estratégia e impacto.
Natália, 29 anos, estudante de Direito e candomblecista, dedicada à cultura e à diversidade em Salto.
Samuel Elias Rodrigues é bailarino, professor e arte-educador, com mais de uma década de experiência em companhias de dança e produção de espetáculos. Atuou em eventos, montagens e operação de luz, além de levar sua arte a nove países, explorando diferentes culturas e linguagens. Hoje segue como artista intérprete e produtor de eventos.
Paulo Henrique Cezar é formado em Comunicação Social e atua na fotografia e audiovisual. É co-criador do projeto Mirada Nomade que busca apresentar a diversidade cultural e natural da América do Sul. Já expôs seu trabalho fotográfico no Uruguay, Argentina, Peru e Brasil e atuou como assistente de arte e fotógrafo em projetos de teatro e dança na cidade de Lima, no Peru. Atualmente desenvolve um projeto fotográfico em conjunto com fotógrafos de diversas partes do continente em encontros semanais chamado Cierto Instante Presente, no qual busca retratar as inquietudes da realidade contemporânea nesse cruzamento cultural
Mulher negra e candomblecista, nascida em um berço rico culturalmente. Estudante de Administração, une tradição e conhecimento acadêmico em sua trajetória. Atua como organizadora e administradora de eventos pequenos e informais.
Henrique Duarte é artista da dança com mais de 10 anos de trajetória, além de músico, DJ e produtor de eventos. Natural de Salvador (BA), vive em São Paulo há 7 anos, onde segue ampliando sua atuação artística.
Ituano, historiador graduado pelo CEUNSP com ênfase em História da Arte, desenvolveu projetos como o PIBEX “Jornada Histórica” e ações educativas no Museu da Música. Atuou como arte-educador e historiador na FAMA Museu (2020–2022) e hoje é Assistente de Direção e Produtor Executivo no Estúdio Extraordinário, em Itu/SP. Paralelamente, realiza trabalhos sócio-educativos ligados aos caminhos afro-diaspóricos e atua como crítico de arte independente, com publicações em revistas e instituições culturais.
Comunicadora social e produtora executiva com mais de 11 anos de experiência em cinema e streaming, colaborando com produtoras como O2 Filmes, Cinefilm e Boutique Filmes. Assina a produção executiva de obras como A Vítima Invisível (Netflix), Flordelis: Questiona ou Adora (Globoplay) e Narrativas Negras Não Contadas (Warner). Paralelamente, ministra aulas e oficinas no Brasil e na América Latina, voltadas à formação de equipes plurais e processos horizontais. Seu trabalho cruza cinema, psicanálise e hip-hop, apostando no poder transformador das relações.
Harumi é artista visual e cineasta cujo trabalho gira em torno da materialidade das histórias. Transita entre o audiovisual e a ilustração, criando texturas, cenários e figurinos que dão corpo e alma às narrativas. Seu processo é marcado pelo espírito DIY e pela confecção manual de acessórios e elementos visuais únicos.
Malu trabalha com produção audiovisual e é apaixonada por contar histórias através do cinema e da arte. Atua nas áreas de arte e produção de sets, dedicando-se a criar atmosferas que expressem o espírito de cada projeto. Com um olhar curioso, gosta de estar nos bastidores, transformando ideias em cenas que emocionam o público.
Luan Augusto, 32 anos, nascido na cidade de São João da Boa Vista mais resido na cidade de Salto há 14 anos, sou um homem gay, bailarino interprete na cia de danças Faces Ocultas, professor de dança, apresentador de festas LGBT's (hostes), coordenador municipal das alianças LGBT's na cidade de Salto, membro fundador da 1° Associação LGBT da cidade de Salto "Entrelaços" e Drag Queen, dou vida a personagem Lunna DonnaDiva (apresentadora/hostes oficial da Parada do Orgulho LGBT da cidade de Salto dentre outras, performe e maquiadora
